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    POLICIA COMUNITÁRIA

     

    Polícia Comunitária Sistema Koban

    A Polícia Comunitária é a filosofia e a estratégia organizacional da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que proporciona uma nova parceria entre a população e a polícia. Baseia-se na premissa de que tanto a polícia quanto a comunidade devem trabalhar juntas para identificar, priorizar e resolver problemas, com o objetivo de melhorar a qualidade geral de vida nas áreas de policiamento e juntos disseminar as experiências, técnicas e práticas aplicadas pela PMESP, por meio do Programa de Policiamento Comunitário e das atividades desenvolvidas pelas Bases Comunitárias de Segurança (BCS) e Bases Comunitárias de Segurança Distrital (BCDS).

    Ja esta na hora de adotarmos estas práticas em Ilhabela, pois temos uma base na porta da cidade e poderíamos ter outra na Vila.

    A falta de segurança e/ou sua percepção, trazem prejuizos enormes ao turismo local, atividade principal do município.

    A falta de verbas é sempre a desculpa para que estas atividades sejam relegadas a segundo plano, mas com a volta do CONSEG em Ilhabela, deve-se buscar a união da população na resolução dos ploblemas da comunidade neste tema.

    Legislação sobre bem-estar animal entra na pauta do Nema

    Legislação sobre bem-estar animal entra na pauta do Nema

     

    Neste mes de março, o Núcleo de Estudos de Meio Ambiente (Nema) da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” convidou a engenheira agrícola Irenilza de Alencar Nääs e a advogada Raquel Baracat T.R. da Silva, ambas pesquisadoras do bem estar animal, para uma palestra que tratou de questões jurídicas e dos aspectos gerais do bem estar animal no Brasil e no mundo, com a participação dos professores da Acadepol membros do Nema e de alunos dos cursos de formação de delegado de polícia e perito criminal.

    Segundo o coordenador do Nema, Eron Veríssimo

    Gimenes, o objetivo foi introduzir o tema que será discutido, no segundo semestre deste ano, entre policiais civis e estudantes universitários, em seminário que ocorrerá na Academia de Polícia, e que terá como eixos centrais os maus tratos a animais e o bem estar animal.

    Irenilza Nääs, que tem mestrado e doutorado pela Michigan State University, pós-doutorado em Engenharia Agrícola e é coordenadora do Grupo de Pesquisa em Conforto Ambiental e Zootecnia de Precisão da Unicamp, falou sobre as medidas de bem estar animal, como vocalização e comportamento. Nesse ramo, em que atua há mais de 35 anos, ela detém patentes de softwares aplicados à agroindústria. Entre eles está o desenvolvimento de um software que identifica reações de fome e de dor que um animal sente, por exemplo. “O animal está na cadeia alimentar que consumimos, mas ele não precisa sofrer durante o processo. Quando se pensa assim, se pensa com ética. Essa é a tendência do pensamento dos países desenvolvidos”, disse externando sua preocupação em agir como na natureza, em que os animais não maltratam uns aos outros. É com essa ideologia que a cientista tem recebido vários prêmios relacionados às suas pesquisas.

    Na segunda parte da palestra, a também socióloga e mestre em Engenharia Agrícola, Raquel Baracat, falou sobre os desafios da legislação e das normas pertinentes ao tema,  levantando a questão da punição aos maus tratos a animais e sua aceitação pela sociedade. Entre os tópicos abordados, estava a senciência animal, que significa dizer que os animais são capazes de experimentar estados afetivos positivos ou negativos. "Há uma evidente necessidade de realizar investigação sobre a vasta gama de pesquisa sobre problemas de bem estar dos animais em países menos industrializados e suas questões legais", admitiu. Essa é apenas uma das questões jurídicas que Raquel pretende levar para o Departamento de Veterinária na Faculdade de Cambridge na Inglaterra, onde em breve irá realizar pesquisas para conclusão de seu doutorado.

    O Nema se reune semanalmente na Acadepol, ocasiões em que também planeja os diversos eventos e seminários, como o do último dia 13 de fevereiro, que aconteceu em Avaré e teve a participação do deputado federal Mendes Thame, e parceria da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Delegacia de Polícia Seccional de Avaré. Outros temas como poluição ambiental e aspectos gerais dos crimes ambientais também estão na pauta do grupo para este ano.

    Boa Observação do Dr. João Lucio em seu blog

    DESPACHOS COM O PREFEITO

    Um leitor anônimo do Blog disse que há um dia na semana que os vereadores podem despachar no gabinete do prefeito, e alí vão quase todos eles com uma relação de favores que pedem para ajudar alguns bairros onde por certo irão pedir votos no futuro.

    Cabe observar que se os vereadores tivessem amor próprio e auto-estima, não se submeteriam a essa situação degradante de inferioridade quando na realidade eles detêm uma parcela do poder muito mais importante do que o papel ridículo a que se submetem.

    O prefeito é que deveria ir à câmara despachar com os vereadores, e não o inverso, uma vez que vereadores podem até cassar o prefeito, o que mostra que não são eles ajudantes de ordem do executivo e nem moleques de recado dos moradores dos bairros. São autoridades como os juízes, promotores, delegados, coronéis de polícia e só não conseguem dar valor ao próprio cargo.

    Como é que vão fiscalizar o prefeito e todo o seu secretariado se trocam as prerrogativas do cargo por favores que os presidentes de sociedades de moradores fariam de graça.

    Melhor seria que eles agissem junto às associações de bairros e ajudassem a valorizar essas instituições ao invés de substitui-las nas questões menores, como os buracos de rua.

    O G5, enquanto existiu, mostrou que vereador tem muito valor, e pode ser muito mais importante, e a importância vai surgir nos momentos em que os vereadores ajam com respeito ao prefeito, mas com firmeza de posição e consciência de cidadania.

    Há na enquete sobre vereadores, deste blog, situações interessantes, é só olhar na coluna ao lado, que os vereadores do G5 estavam com aprovação popular altíssima e com a queda do prestígio do grupo, eles passaram a ter avaliação negativa. Só o boato de que o Celsinho, pessoa polêmica, teria, em tese mudado de posição, o que pode não ser verdade, deu a ele uma queda real na avaliação popular. O Aurimar, no momento que aparece fazendo birra por conta de uma presidência de comissão de saúde, teve sua avaliação negativa acelerada. Isso implica em dizer que posicionamento definido em relação à real função do vereador pode render frutos políticos muito mais valiosos do que esse pula-pula da dança das cadeiras.

    Vereador não tem que pedir favores a ninguém, não tem que pagar pra sair em jornal nenhum e nem para falar em rádio. Basta se posicionar corretamente contra corrupção, contra abuso no poder, e contra as safadezas públicas que o povo vai carrega-lo nos braços, a imprensa vai assedia-lo, e os votos virão em número muito maior e certamente, de graça. Se não vierem os votos, terá conseguido um respeito público que lhe dará a tranquilidade e o sono de quem pode bater no peito e dizer "eu estou feliz comigo mesmo".

    Seus filhos e netos irão valorizar a herança recebida e isso é melhor do que ser apenas uma figura sem cor, sem cheiro e sem forma.

    Manter a cidade bem cuidada, não é favor é obrigação do cargo de prefeito que para isso tem vários secretários e inúmeros servidores públicos, todos ganhando salários para fazer bem feito o seu trabalho. Vereador não é apenas coadjuvante.

    Eu sei que alguns vão dizer que eu continuo sonhando, quando escrevo esses artigos, mas eu estou feliz comigo mesmo e me sinto muito bem, sem os votos e sem a obrigação de despachar com um prefeito para pedir favores ao invés de exigir dele o cumprimento de suas obrigações, na correta aplicação das verbas públicas, e depois ainda ser quase obrigado a aprovar as contas irregulares e repletas de impropriedades.

    A corrupção está implantada no poder e os agentes do mal continuam arrecadando verbas para vencerem as próximas eleições, e os vereadores vão seguir apenas coadjuvantes para sempre, e sabe porque ? Porque se negam a própria auto-estima.

    "Estudante, Professor, você que é jornalista, venha defender sua profissão!!!

     

    A OBRIGATORIEDADE DO DIPLOMA DE JORNALISTA

    Você está sabendo que no dia 1º de abril pode ser julgada a exigência do diploma em Jornalismo como requisito para o exercício da profissão?
    Se ainda não sabia disso, vá se mexer, reclame, se manifeste nas escolas, faça vigília, invente qualquer coisa para chamar a atenção sobre a possibilidade de tirarem este direito, dos jornalistas não regulamentados, sejam a favor ou contra.
    Por quê falamos tudo isso?
    Porque o Recurso Extraordinário 511961, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma em Jornalismo como requisito para o exercício da profissão, pode entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) em 1º de abril, na sessão que começa às 14h.

    ESSA É DO "PINGUELA"

    Carta de Médica ao Sérgio Cabral


    Sabe, governador, somos contemporâneos, quase da mesma idade, mas vivemos em mundos bem diferentes.

        Sou classe média, bem média, médica, pediatra, deprimida e indignada com as canalhices que estão acontecendo.

        Não conheço bem a sua história pessoal e certamente o senhor não sabe nada da minha também.

        Fiz um vestibular bastante disputado e com grande empenho tive a oportunidade de freqüentar a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão e politiquices do poder público estadual.

        Fiz treinamento no Hospital Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais em troca de leitos da dengue.

        Parece-me que o senhor desconhece esta realidade. O seu terceiro grau não foi tão suado assim, em universidade sem muito prestígio, curso na época pouco disputado, turma de meninos Zona Sul ...

        Aprendi medicina em hospital de pobre, trabalhei muito sem remuneração em troca de aprendizado.

        Ao final do curso nova seleção, agora para residência. Mais trabalho com pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo. Sempre fui doutrinada a  fazer o máximo com o mínimo.

        Muitas noites sem dormir, e lhe garanto que não foram em salinhas refrigeradas costurando coligações e acordos para o povo que o senhor nem conhece o cheiro ou choro em momento de dor.

        No início da década de noventa fui aprovada num concurso para ser médica da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro'. A melhor decisão da minha vida, da qual hoje mais do que nunca não me arrependo, foi  abandonar este cargo.

        Não se pode querer ser Dom Quixote, herói ou justiceiro. Dói assistir a morte por falta de recursos. Dói, como mãe de quatro filhos, ver outros filhos de outras mães não serem salvos por falta de condições de trabalho.

        Fingir que trabalha, fingir que é médico, estar cara-a-cara com o paciente como representante de um sistema de saúde ridículo, ter a possibilidade de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina é doloroso, aviltante e uma enorme frustração.

        Aprendi em muitas daquelas noites insones tudo o que sei fazer e gosto muito do que eu faço. Sou médica porque gosto. Sou pediatra por opção e com convicção. Não me arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor de mim.

        É um deboche numa cidade como o Rio de Janeiro, num estado como o nosso assistir políticos como o senhor discursarem com a cara mais lavada que este é o momento de deixar de lenga-lenga para salvar vidas. Que vidas, senhor governador ? Nas UPAS? tudo de fachada para engabelar o povão!!!!

         Por amor ao povo o senhor trabalharia pelo que o senhor paga ao médico ?

        Os médicos não criaram os mosquitos. Os hospitais não estão com problema somente agora. Não faltam especialistas. O que falta é quem queira se sujeitar a triste realidade do médico da SES para tentar resolver emergencialmente a omissão de anos.

        A mídia planta terrorismo no coração das mães que desesperadas correm a qualquer sintoma inespecífico para as urgências..

        Não há pediatra neste momento que não esteja sobrecarregado. Mesmo na medicina privada há uma grande dificuldade em administrar uma demanda absurda de atendimentos em clínicas, consultórios ou telefones. Todos em pânico.

        E aí vem o senhor com a história do lenga-lenga.

        Acorde governador ! Hoje o senhor é poder executivo. Esqueça um pouco das fotos com o presidente e com a mãe do PAC, esqueça a escolha do prefeito, esqueça a carinha de bom moço consternado na televisão.

        Faça a mudança. Execute.

        Lenga-lenga é não mudar os hospitais e os salários.

        Quem sabe o senhor poderia trabalhar como voluntário também. Chame a sua família. Venha sentir o stress de uma mãe, não daquelas de pracinha com babá, que o senhor bem conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao trabalho para cuidar de um filho doente. Venha preparado porque as pessoas estão armadas, com pouca tolerância, em pânico.

        Quem sabe entra no seu nariz o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta virar o jogo.

        A responsabilidade é sua, governador.

    Afinal, quem é, ou são, os vagabundos, Governador ?

    façam uma fila enorme e distribuam dois reais e cincoenta centavos para que as pessoas façam  uma consulta médica e a fila estara virando quarteirões , porque isto é possivél pelo sus .

    façam uma fila e distribuam dois reais e cincoenta centavos para que as pessoas possam cortar o cabelo e não terá ninguém na fila porque isso não existe nem é possivél em lugar nenhum do  mundo .

    ASSINO EM BAIXO EM RELAÇÃO AO ESTADO DE SÃO PAULO:

    Dr José Clineu Luvizuto CRM-sp 30710

    Dr João Miguel Amorim Junior , 61482

    PROTÓGENES CONTRA A CORRUPÇÃO

    Protógenes joga na defesa

    Qui, 26/03/09 por Paulo Moreira Leite |

     

    O senador Eduardo Suplicy ligou para o deputado Marcelo Itagiba, ontem de manhã. Com sua boa vontade infinita e o jeito vagoroso de falar, Suplicy queria saber se era verdade que Itagiba planejava prender Protógenes durante o depoimento marcado a CPI, na quarta-feira que vem.  Itagiba esclareceu que se dá bem com Protogenes e explicou: ele não disse a verdade em seu primeiro depoimento à CPI — e agora precisa ter outro comportamento.

    O novo depoimento marca uma mudança na situação de Protógenes. Depois da operação Satiagraha, que lhe deu uma popularidade raríssima entre policiais brasileiros, o delegado percorreu o país como uma espécie de Quixote da luta contra a corrupção e o conluio dos poderes públicos com o poder econômico.  Diante de uma população cada vez mais convencida de que vive no paraíso da corrupção e da impunidade, sua estatura cresceu.

    Encostado na Polícia Federal, onde uma fatia da corporação gostaria de eliminá-lo de seus quadros, o delegado encontra-se na defensiva. O PSOL lhe faz a corte, interessado em lança-lo como puxador de votos em 2010.

    Será que tudo vai terminar assim? Eu acho que Protógenes deveria aproveitar a CPI para contar o que sabe e provar o que diz. Ou então, em vez de preocupar-se com seus inimigos, poderia preocupar-se com si próprio. Afinal, um delegado que escreve até para o presidente dos Estados Unidos tem muito para dizer — ou então não sabe direito o que quer

    da vida.

    Crise Financeira Mundial

    Efeitos da marolinha

    Um dos termômetros para se medir como anda o setor industrial de um país é observar o setor de embalanges, afinal nenhum produto é vendido sem elas.

    Em 4 semanas, até 15 de fevereiro, a redução foi de 16% frente o mesmo período de 2008. Em janeiro de 2009, a queda foi de 13,5%.

    O gráfico à esquerda é uma reprentação da receita de cada segmento da indústria de embalagens. (clique na imagem para aumentá-la)

    Essa é do Blog do João Lucio

    DINHEIRO PÚBLICO JOGADO FORA

    Temos insistido em que o papel do vereador é fazer leis e fiscalizar o executivo. A matéria abaixo, dá conta de que a câmara de São Sebastião está pagando aluguel de comitê para vereador em bairro. Hora se o papel é fazer leis e fiscalizar o executivo, pra que comitê em bairro, se não for pra fazer politicagem de voto clientelismo de buraco de rua, poda de árvore e bico de luz ?

    Pode caber ação popular para impedir tais despesas que dão prejuízo aos cofres públicos.

    Cabe ação de improbidade para buscar a responsabilização civil e criminal, até porque as despesas com esse montão de funcionários é um absurdo, se comparado com Caraguá, que tem mais habitantes, mais vereadores e tem metade dos servidores da câmara de São Sebastião.

    Comitê político em bairro tem que ser bancado pelo político e não pelo povo e não venham com esse papo de atender o povo porque isso é função do executivo e não de vereadores. Vereador tem que estudar se orientar e aprender a manusear os instrumentos do poder a que pertence. Se quiser cuidar de rua sejam candidatos a prefeito na próxima eleição.

    Reduzir carne vermelha diminui mortalidade

    Reduzir carne vermelha diminui mortalidade

    Pesquisa publicada no Jama acompanhou 500 mil pessoas durante dez anos

    Para pesquisadores, 11% das mortes em homens e 16% em mulheres poderiam ter sido adiadas com a redução de carne vermelha

    Um estudo divulgado no Jama, Journal of the American Medical Association (revista da Associação Médica Americana) aponta relação entre o consumo de carne vermelha e carnes processadas e maior número de mortes por câncer e problemas cardiovasculares. A pesquisa, uma das maiores já realizadas, analisou dados de 500 mil norte-americanos de 50 a 71 anos de idade.

    Em dez anos de acompanhamento, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Para os pesquisadores, 11% das mortes em homens e 16% das mortes em mulheres poderiam ser adiadas se houvesse redução do consumo de carne vermelha para 9 g do produto a cada 1.000 calorias ingeridas - o grupo que mais ingeriu carne vermelha (68 gramas a cada 1.000 calorias) foi o que apresentou maior incidência de morte.

    No caso de doenças cardiovasculares, a diminuição dos riscos chegaria a 21% nas mulheres se houvesse redução. "A carne processada tem mais sal e gordura saturada, o que aumenta as chances de doenças cardiovasculares", diz Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração.

    Para o cardiologista Marcos Knobel, coordenador da unidade de coronária do hospital Albert Einstein, além da gordura da carne, o problema é o preparo e os outros alimentos que são somados à refeição. "Se a pessoa come um bife à milanesa ou um bife com ovo frito, já estourou de longe a cota de colesterol".

    Além disso, ele alerta para os condimentos. "O sal aumenta o risco de hipertensão arterial sistêmica. Se a carne for processada, é pior porque, além do sódio, geralmente tem óleos para a conservação".

    Câncer

    Os riscos de câncer estão principalmente relacionados à forma de preparação de qualquer tipo de carne. Sabe-se que, durante o cozimento em altas temperaturas (como se preparam normalmente todas as comidas cozidas!), são formadas aminas heterocíclicas, substâncias reconhecidamente cancerígenas. As maiores temperaturas são atingidas ao grelhar na chapa e ao fritar com pouco óleo o alimento. Por esse motivo, indica-se a preparação no forno ou em um cozido.

    O churrasco também traz perigo. Durante a preparação, a fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias também cancerígenas. "A associação é feita principalmente com as carnes vermelhas, porque elas são preparadas mais frequentemente em churrasco ou na chapa", afirma Fábio Gomes, nutricionista do INCA (Instituto Nacional do Câncer).

    Segundo o cirugião oncológico Benedito Mauro Rossi, do Hospital A.C. Camargo, a relação entre consumo de carne e câncer está muito bem estabelecida, inclusive no Brasil. A distribuição geográfica do câncer no intestino, por exemplo, mostra que no Amapá, a incidência do tumor é de 1,51 caso por 100 mil habitantes, enquanto que no Rio Grande do Sul, a terra do churrasco, a incidência é de 28,5 casos por 100 mil habitantes.

    Outro mecanismo desencadeante de câncer seria o excesso de ferro no organismo, ocasionado pelo alto consumo de carne vermelha, uma importante fonte desse mineral. Muito ferro pode causar danos oxidativos e agredir as células do intestino grosso, o que leva ao câncer.

    Já as carnes processadas, como linguiças, charque e hambúrgeres, são conservadas com nitritos e nitratos, substâncias que, no estômago, são transformadas em nitrosaminas, que aumentam as chances de ocorrer um câncer no estômago e no intestino. A recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde, órgão da ONU) é de que a ingestão de carne (excluindo frango e peixe) não ultrapasse os 300 g por semana (no Brasil o consumo médio é de 484 gramas por semana).

    Como a carne vermelha é boa fonte de ferro, para compensar sua menor ingestão é indicado aumentar o consumo de vegetais folhosos verde-escuros, que também são ricos nesse mineral.

    Referência:

    [1] Julliane Silveira e Cláudia Colluci, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 24 de março de 2009.

    BURROCRATIZAÇÃO!!!!

    A estratégia do governo de combater os efeitos da crise com mais investimentos públicos, a chamada política fiscal anticíclica, encontrou um empecilho: a incapacidade da máquina em trabalhar com maior rapidez. Responsável pela maior parte das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com recursos do Orçamento federal, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, disse ao Estado que não conseguirá gastar os R$ 9,6 bilhões a ele reservados este ano. “Consideraria um sucesso absoluto se eu conseguisse chegar a R$ 6 bilhões.” A burocracia do próprio governo é a principal explicação para a lentidão das obras, que se reflete na liberação a conta-gotas das verbas. Normas de órgãos responsáveis pelo licenciamento das obras, como o Ibama (proteção ambiental), a Funai (se há índios na área) e o Iphan (se há patrimônio histórico), junto com órgãos de controle externo, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU), transformam a tarefa de investir numa corrida de obstáculos. “É um absurdo, porque vejo as necessidades da nação, vejo os recursos que temos disponíveis e nos perdemos nesse emaranhado dantesco”, diz Pagot. Ele defende um trabalho urgente de desburocratização. “Estamos indo para um ponto de estrangulamento. Daqui a pouco, não se faz mais nada". (Do Estadão)

    Mendigos em Ilhabela?

    O LEITOR PÕE A BOCA NO TROMBONE

    Dna. Maria falou que está uma vergonha a cidade de Ilhabela cheia de mendigos, o que não existia ano passado.
    Os bêbados estão em grupos de novo pelas ruas, perturbando os transeuntes e os turistas.
    Reclama providências.

    Carta de Paulo Freire aos professores

    Carta de Paulo Freire aos professores

    por Paulo Freire

    Ensinar, aprender: leitura do mundo, leitura da palavra NENHUM TEMA mais adequado para constituir-se em objeto desta primeira carta a quem ousa ensinar do que a significação crítica desse ato, assim como a significação igualmente crítica de aprender. É que não existe ensinar sem aprender e com isto eu quero dizer mais do que diria se dissesse que o ato de ensinar exige a existência de quem ensina e de quem aprende. Quero dizer que ensinar e aprender se vão dando de tal maneira que quem ensina aprende, de um lado, porque reconhece um conhecimento antes aprendido e, de outro, porque, observado a maneira como a curiosidade do aluno aprendiz trabalha para apreender o ensinando-se, sem o que não o aprende, o ensinante se ajuda a descobrir incertezas, acertos, equívocos. O aprendizado do ensinante ao ensinar não se dá necessariamente através da retificação que o aprendiz lhe faça de erros cometidos. O aprendizado do ensinante ao ensinar se verifica à medida em que o ensinante, humilde, aberto, se ache permanentemente disponível a repensar o pensado, rever-se em suas posições; em que procura envolver-se com a curiosidade dos alunos e dos diferentes caminhos e veredas, que ela os faz percorrer. Alguns desses caminhos e algumas dessas veredas, que a curiosidade às vezes quase virgem dos alunos percorre, estão grávidas de sugestões, de perguntas que não foram percebidas antes pelo ensinante. Mas agora, ao ensinar, não como um burocrata da mente, mas reconstruindo os caminhos de sua curiosidade — razão por que seu corpo consciente, sensível, emocionado, se abre às adivinhações dos alunos, à sua ingenuidade e à sua criatividade — o ensinante que assim atua tem, no seu ensinar, um momento rico de seu aprender. O ensinante aprende primeiro a ensinar mas aprende a ensinar ao ensinar algo que é reaprendido por estar sendo ensinado. O fato, porém, de que ensinar ensina o ensinante a ensinar um certo conteúdo não deve significar, de modo algum, que o ensinante se aventure a ensinar sem competência para fazê-lo. Não o autoriza a ensinar o que não sabe. A responsabilidade ética, política e profissional do ensinante lhe coloca o dever de se preparar, de se capacitar, de se formar antes mesmo de iniciar sua atividade docente. Esta atividade exige que sua preparação, sua capacitação, sua formação se tornem processos permanentes. Sua experiência docente, se bem percebida e bem vivida, vai deixando claro que ela requer uma formação permanente do ensinante. Formação que se funda na análise crítica de sua prática. Partamos da experiência de aprender, de conhecer, por parte de quem se prepara para a tarefa docente, que envolve necessariamente estudar. Obviamente, minha intenção não é escrever prescrições que devam ser rigorosamente seguidas, o que significaria uma chocante contradição com tudo o que falei até agora. Pelo contrário, o que me interessa aqui, de acordo com o espírito mesmo deste livro, é desafiar seus leitores e leitoras em torno de certos pontos ou aspectos, insistindo em que há sempre algo diferente a fazer na nossa cotidianidade educativa, quer dela participemos como aprendizes, e portanto ensinantes, ou como ensinantes e, por isso, aprendizes também. Não gostaria, assim, sequer, de dar a impressão de estar deixando absolutamente clara a questão do estudar, do ler, do observar, do reconhecer as relações entre os objetos para conhecê-los. Estarei tentando clarear alguns dos pontos que merecem nossa atenção na compreensão crítica desses processos.Comecemos por estudar, que envolvendo o ensinar do ensinante, envolve também de um lado, a aprendizagem anterior e concomitante de quem ensina e a aprendizagem do aprendiz que se prepara para ensinar amanhã ou refaz seu saber para melhor ensinar hoje ou, de outro lado, aprendizagem de quem, criança ainda, se acha nos começos de sua escolarização. Enquanto preparação do sujeito para aprender, estudar é, em primeiro lugar, um que-fazer crítico, criador, recriador, não importa que eu nele me engaje através da leitura de um texto que trata ou discute um certo conteúdo que me foi proposto pela escola ou se o realizo partindo de uma reflexão crítica sobre um certo acontecimentos social ou natural e que, como necessidade da própria reflexão, me conduz à leitura de textos que minha curiosidade e minha experiência intelectual me sugerem ou que me são sugeridos por outros. Assim, em nível de uma posição crítica, a que não dicotomiza o saber do senso comum do outro saber, mais sistemático, de maior exatidão, mas busca uma síntese dos contrários, o ato de estudar implica sempre o de ler, mesmo que neste não se esgote. De ler o mundo, de ler a palavra e assim ler a leitura do mundo anteriormente feita. Mas ler não é puro entretenimento nem tampouco um exercício de memorização mecânica de certos trechos do texto.Se, na verdade, estou estudando e estou lendo seriamente, não posso ultra-passar uma página se não consegui com relativa clareza, ganhar sua significação. Minha saída não está em memorizar porções de períodos lendo mecanicamente duas, três, quatro vezes pedaços do texto fechando os olhos e tentando repeti-las como se sua fixação puramente maquinal me desse o conhecimento de que preciso.Ler é uma operação inteligente, difícil, exigente, mas gratificante. Ninguém lê ou estuda autenticamente se não assume, diante do texto ou do objeto da curiosidade a forma crítica de ser ou de estar sendo sujeito da curiosidade, sujeito da leitura, sujeito do processo de conhecer em que se acha. Ler é procurar buscar criar a compreensão do lido; daí, entre outros pontos fundamentais, a importância do ensino correto da leitura e da escrita. É que ensinar a ler é engajar-se numa experiência criativa em torno da compreensão. Da compreensão e da comunicação.E a experiência da compreensão será tão mais profunda quanto sejamos nela capazes de associar, jamais dicotomizar, os conceitos emergentes da experiência escolar aos que resultam do mundo da cotidianidade. Um exercício crítico sempre exigido pela leitura e necessariamente pela escuta é o de como nos darmos facilmente à passagem da experiência sensorial que caracteriza a cotidianidade à generalização que se opera na linguagem escolar e desta ao concreto tangível. Uma das formas de realizarmos este exercício consiste na prática que me venho referindo como "leitura da leitura anterior do mundo", entendendo-se aqui como "leitura do mundo" a "leitura" que precede a leitura da palavra e que perseguindo igualmente a compreensão do objeto se faz no domínio da cotidianidade. A leitura da palavra, fazendo-se também em busca da compreensão do texto e, portanto, dos objetos nele referidos, nos remete agora à leitura anterior do mundo. O que me parece fundamental deixar claro é que a leitura do mundo que é feita a partir da experiência sensorial não basta. Mas, por outro lado, não pode ser desprezada como inferior pela leitura feita a partir do mundo abstrato dos conceitos que vai da generalização ao tangível.Certa vez, uma alfabetizanda nordestina discutia, em seu círculo de cultura, uma codificação (1) que representava um homem que, trabalhando o barro, criava com as mãos, um jarro. Discutia-se, através da "leitura" de uma série de codificações que, no fundo, são representações da realidade concreta, o que é cultura. O conceito de cultura já havia sido apreendido pelo grupo através do esforço da compreensão que caracteriza a leitura do mundo e/ou da palavra. Na sua experiência anterior, cuja memória ela guardava no seu corpo, sua compreensão do processo em que o homem, trabalhando o barro, criava o jarro, compreensão gestada sensorialmente, lhe dizia que fazer o jarro era uma forma de trabalho com que, concretamente, se sustentava. Assim como o jarro era apenas o objeto, produto do trabalho que, vendido, viabilizava sua vida e a de sua família.Agora, ultrapassando a experiência sensorial, indo mais além dela, dava um passo fundamental: alcançava a capacidade de generalizar que caracteriza a "experiência escolar". Criar o jarro como o trabalho transformador sobre o barro não era apenas a forma de sobreviver, mas também de fazer cultura, de fazer arte. Foi por isso que, relendo sua leitura anterior do mundo e dos que-fazeres no mundo, aquela alfabetizanda nordestina disse segura e orgulhosa: "Faço cultura. Faço isto".

    Conselho escolar é pouco estimulado pela sociedade

    Conselho escolar é pouco estimulado pela sociedade

    Os conselhos escolares já estão presentes em praticamente todas as unidades da rede estadual e municipal de São Paulo, mas, segundo especialistas, ainda não conseguem desempenhar plenamente seu papel de promover a gestão democrática do ensino público.A falta de conhecimento da sociedade sobre seu funcionamento, os processos acidentados de escolha dos representantes e a grande rotatividade dos docentes são alguns dos problemas apontados.

    São Paulo foi o primeiro Estado a regulamentar a criação dos conselhos, em 1985, e a lhes dar poder para decidir sobre os aspectos administrativos e pedagógicos do estabelecimento de ensino. Na capital, eles são obrigatórios desde 1994.

    O último levantamento do Ministério da Educação (MEC) sobre a situação no restante do país é de 2004, quando cerca de 70% das redes estaduais e 25% das municipais possuíam um órgão do tipo.

    "Esse número aumentou muito, principalmente nas redes municipais. Não tenho conhecimento de nenhum Estado que ainda não tenha regulamentado a existência desses órgãos", diz o coordenador do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares do MEC, Roberto Júnior.

    As fragilidades percebidas nos conselhos paulistas, no entanto, se repetem nos demais Estados, avalia o professor da Faculdade de Educação da USP, Elie Ghanem. Os próprios processos eleitorais para a escolha dos representantes sofrem com a falta de informação. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

    LEI DO NEPOTISMO EM PASSOS

    Passos (SP): TJ manda exonerar parentes

    A Ação Popular, proposta por diversos passenses, foi julgada parcialmente procedente pelo juiz Carlos Frederico Braga Silva, no último dia 08 de abril. Pela sentença, o magistrado declara a nulidade de todos os atos administrativos que resultaram na nomeação para o exercício de cargo de provimento em comissão ou de função gratificada no âmbito da Câmara Municipal e Prefeitura Municipal de Passos de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, de todos os vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários municipais. De acordo com a decisão, até mesmo os empregados de empresas terceirizadas terão que ser exonerados, conforme será apurado caso a caso no momento da execução da ordem judicial.

    Em caso de não cumprimento do mandamento do Poder Judiciário, restou consignado que os valores percebidos após a sua publicação deverão ser devolvidos aos cofres públicos. "Condeno as pessoas cuja exoneração é ora ordenada a devolverem aos cofres públicos do município os valores das remunerações que são referentes aos dias posteriores à publicação desta sentença", apontou o magistrado.

    Ainda com base no documento, os servidores efetivos não poderão ser exonerados, mas também não poderão servir diretamente vinculados aos seus parentes e afins. A Ação Popular pede que seja declarada a inconstitucionalidade da prática de Nepotismo e a anulação dos atos administrativos que resultaram na nomeação para o exercício de cargo de provimento em comissão ou função gratificada, tanto na Câmara quanto na Prefeitura. Esta ação foi juntada à outra, proposta pelo Ministério Público em maio de 2007, assinada pelos promotores Paulo Márcio da Silva e Cristiano Cassiolato, que pede também a nulidade de ato jurídico, com condenação por ato de improbidade administrativa, com requerimento de medida cautelar contra o Poder Legislativo de Passos.

    Os advogados dos autores, Isabel Pereira e José Geraldo Lopes da Silveira, comemoraram a decisão na tarde de ontem e disseram estarem, agora, confortados, em face da outra Ação Popular com mais de 4 mil assinaturas que havia sido proposta e que a Câmara Municipal de Passos anulou. Os advogados dos réus são, pela Câmara Municipal: Adilson José Selim de Sales de Oliveira, João Paulo Castro Carvalho, José Nilo de Castro e Piassi Jovani. Já os da Prefeitura são: pelo município Aldo Gurian, pela prefeitura: José Donizete Gonçalves, José Nilo de Castro, Adilson José Selim de Sales de Oliveira e novamente Aldo Gurian e João Paulo Castro Carvalho, que prestaram assessoria jurídica também ao prefeito Ataíde Vilela.

    Fonte: Folha

    SPU DERRUBA QUIOSQUES EM AREA DE MARINHA

    Barracas são demolidas na Praia do Francês

    Ação movida pela AGU foi acatada por Justiça Federal, sob alegação de que terreno pertence à Marinha Brasileira

      Gazetaweb - colaboração de Eduardo Almeida e Wanessa Oliveira

    Após acatar uma ação movida pela Advocacia Geral da União, o juiz Sérgio Wanderley, da 2ª Vara Federal, determinou a demolição de mais cinco barracas localizadas na praia do Francês, em Alagoas. A iniciativa do processo partiu da Secretaria de Patrimônio da União, sob alegação de que o terreno é área pertencente à Marinha Brasileira e estaria prejudicando o acesso de pessoas à praia. Três retro-escavadeiras estão efetuando a demolição, na manhã desta quarta-feira (04), com a presença da Polícia Federal e da Polícia Militar.

    Esta não foi a primeira demolição de barracas por reintegração de posse à Marinha Brasileira. Segundo o gerente do patrimônio da União, Paulo de Tarso, das 32 barracas instaladas em terreno da Marinha, treze já estão com o processo ‘resolvido’. “Oito dessas já foram demolidas em 2008 e, somando a estas cinco, totalizaremos 13 barracas”, calculou, explicando que não há data definida para a finalização de todos outros estabelecimentos. “Os outros casos ainda estão sendo julgados e a Justiça precisa expedir um documento para que a demolição seja efetuada”, explicou.

    De acordo com a proprietária de uma das barracas, Ivete de Lima, 42 anos, a informação recebida, há três meses, era de que a demolição aconteceria no mês de dezembro. “Primeiro disseram que iriam demolir em dezembro, depois passou para janeiro, mas acabou sendo hoje”, lamentou a comerciante.

    Longe de serem indenizados pela perda de seus estabelecimentos, os proprietários terão ainda que pagar uma multa, segundo Ivete. “Vou ainda ter que pagar R$ 3 mil referente à demolição, ou, do contrário, meu nome vai para o SPC [Serviço de Proteção ao Crédito]”, lamentou.

    Desemprego

    O representante dos trabalhadores do Francês, Ivan Virgínio, contou que 100 pessoas devem ficar sem emprego com essa demolição. “Nós esperamos o apoio do Governo do Estado, da União e do Município, para encontrar uma solução”, apelou. Segundo Virginio, a Prefeitura e a União já apresentaram um projeto de reurbanização da orla, onde foi prevista a construção de quiosques.

    “O problema é que o número dos quiosques a serem construídos é menor do que o número de barracas que existiam aqui. Eles disseram que a escolha seria mediante sorteio”, esclareceu o representante. Virginio ainda acrescentou que a estrutura também deixará a desejar. “Pelo que soubemos, além de tudo, o espaço é insuficiente”, completou.

    O prefeito de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus, que acompanhou a demolição, admitiu o crescimento desordenado das barracas e disse que já existe um projeto para reurbanização da área. O projeto prevê a construção de quiosques padronizados em um terreno cedido pela prefeitura.